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A palestra analisa o simbolismo da natureza na poesia de Daniel Faria à luz das humanidades ambientais e da ecocrítica, enquadrando a sua obra num movimento crítico que problematiza as dicotomias tradicionais entre natureza e cultura, humano e não humano, visível e invisível. Partindo de uma perspetiva não antropocêntrica, o estudo sustenta que, embora a poesia de Daniel Faria não possa ser classificada como explicitamente pós-humanista, dela emana uma forte “força ecológica”, entendida como uma relação simbólica e ontológica entre o humano, a casa e o mundo natural.

24 de Fevereiro de 2026

21h30 (Portugal)

Online

Orador: Martinho Soares, Universidade de Coimbra

Link Zoom:
https://us02web.zoom.us/j/83733348686?pwd=ONuGMGsiYPeZiQA4vXyrp5wge0kLDH.1