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Esta apresentação analisa as florestas alimentares na comunidade kichwa de Mulchi Yaku (Napo) como práticas de semear nas ruínas do extrativismo amazônico. A partir da perspectiva de um Antropoceno irregular e fragmentário, argumenta que esses arranjos agroflorestais constituem respostas comunitárias que regeneram solos, saberes e relações multiespécies. Frente à mineração, à piscicultura industrial e à expansão urbana, as florestas alimentares emergem como espaços de trabalho vivo, autonomia territorial e criação de ambientes de vida.

Orador: Michael Uzendosky

15 de junho 

10h Equador | 16h Lisboa

Online

Link Zoom:
https://us02web.zoom.us/j/89377424071?pwd=c9JRfTq9ssoFPH49dYUhNktIJTYYjN.1c